segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Sempre mais difícil dizer adeus .





E foram  tirados de mim , simplesmente arrrancados. enganados com a promessa de ir passear, andar de carro se foram pra nunca mais voltar. Triste vê-los partir e saber que dificilmente verei . Aos poucos se tornarão boas lembranças. Sandálias levadas e escondidas no banheiro , chaveiros engolidos, meias rasgadas , e aquele velho hábito de puxar o meu lençol so para entrarem debaixo dele e me acordarem. Afinal acordar as 7 da manha cheia de lambidas para colocar um simples prato de ração , era muito recompensador quando aqueles balançados de rabos, aquelas patas esticadas e aquele banho de sol na pedra faziam meu dia começar bem. Não queria que eles fossem, mas o melhor não era pensar em mim e sim no bem estar deles. E se foram . Uma sensação de porque não tenho espaço cuidaria bem deles. E ela tava gravida !
E eles sempre farão parte de um verão ao qual aprendi a amar minha futura profissão, a ama-los e deixa-los partir . Porque quem ama não prende nem aprisiona , Quem ama liberta , quer o melhor.E essa escolha foi dificil .

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